Prebióticos e probióticos
Como é que nos beneficiam?
De certeza que costuma incluir produtos com pré ou probióticos no seu carrinho de compras por saber que são benéficos para a saúde.
Mas tem noção de que não são a mesma coisa nem actuam da mesma forma? Dizemos-lhe tudo o que deve saber sobre cada um deles.
No mercado português, já há uma grande oferta de alimentos denominados funcionais.
Estes alimentos que, para além das suas propriedades, beneficiam uma ou mais funções do organismo, melhorando a saúde ou reduzindo o risco de doença. Os alimentos que incluem ingredientes pré e probióticos são, sobretudo, iogurtes, bolachas, sumos, pães, refeições infantis ou leites.
Para além destas qualidades não têm contra-indicações, pelo que podem ser tomados em qualquer momento da vida. Mas cada um actua de forma diferente na promoção da nossa saúde. A principal diferença é que os alimentos probióticos devem os seus efeitos saudáveis aos microorganismos vivos que contêm, enquanto que nos prebióticos os benefícios advêm da presença de uma fibra que favorece, in situ, o desenvolvimento de uma flora intestinal benéfica.
Tome-os regularmente
No que diz respeito às quantidades recomendadas de pré e probióticos é difícil generalizar; é dever das marcas que os comercializam indicá-las. Mas, por exemplo, para que os efeitos favoráveis dos probióticos sejam apreciáveis e duradouros, é necessário ingerir estas bactérias de forma regular e continuada, já que se limitam a passar pelo tracto intestinal sem chegar a fazer parte da flora intestinal. Para além disso, depois de se deixar de ingerir o produto, o seu efeito vai desaparecendo progressivamente.
A chave é a fibra
Os prebióticos são ingredientes não digeríveis (fibra) dos alimentos que afectam beneficamente o organismo através de um estímulo selectivo do crescimento e/ou actividade de uma ou de um grupo limitado de bactérias no cólon. Entre os prebióticos há diferentes tipos de fibra: solúvel e oligossacarídeos não digeríveis como, por exemplo, a inulina ou os fruto-oligossacarídeos (FOS) que se acrescentam a produtos como leite, iogurtes, pudins, bolachas ou margarinas.
Estes compostos servem de substrato às bactérias que colonizam o intestino grosso, que fabricam ácido láctico e ácidos gordos de cadeia curta, os quais, por sua vez, estimulam o crescimento das bifidobactérias, equilibrando a flora intestinal. Por outro lado, também diminuem o pH (acidez), inibindo assim o crescimento de inúmeras bactérias patogénicas como a clostridium e coliformes, com o que nos protegem de determinadas doenças.
Alimentos prebióticos
Os prebióticos são hidratos de carbono presentes naturalmente em vegetais como a chicória, o alho, a cebola, o
alho-francês, os espargos, as alcachofras, o tomate, as bananas. Mas também se acrescentam a outro tipo de produtos como pães, bolachas, cereais, sumos ou lacticínios. É o caso da inulina que se extrai da raiz da chicória.
Vantagens dos prebióticos
- Estimulam a produção da flora bacteriana, favorecendo a saúde intestinal e o seu correcto funcionamento.
- Promovem uma evacuação intestinal regular.
- Contribuem consideravelmente para a redução do risco de doenças cardiovasculares e diabéticas, já que regulam os níveis de colesterol e triglicéridos no sangue.
- Ajudam a evitar o inchaço abdominal, causado pela prisão de ventre e pelo excesso de gases.
- Acidificam o pH intestinal que impede a proliferação de microorganismos patogénicos.
- Protegem o organismo de possíveis infecções, já que estimulam o sistema imunitário intestinal.
SAUDE SAPO » Prebioticos e Probioticos
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quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
Prebióticos e probióticos
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quinta-feira, 31 de março de 2011
Empadão de salmão e ervilhas (+ 12 Meses)
Modo de preparação : 10 Min.
Cozinhar : 10 Min.
Tempo total : 20 Min.
Cozinhar : 10 Min.
Tempo total : 20 Min.
Material :
Tigela
Forno Microondas
Forma
Tigela
Forno Microondas
Forma
Compras
40g de filete de salmão - sem pele e sem espinhas
130g de ervilhas cozidas
2 batatas pequenas cozidas, sem casca - 150g
40g de filete de salmão - sem pele e sem espinhas
130g de ervilhas cozidas
2 batatas pequenas cozidas, sem casca - 150g
Detalhes da receita1. Numa tigela, esmague as batatas e as ervilhas com um garfo.
2. Cozinhe o salmão no microondas, a 900W, num prato coberto com película aderente, durante cerca de 45 segundos. Esmague o peixe com um garfo.
3. Deite o puré de batata e cenoura numa forma pequena e cubra com o salmão. Sirva morno.
2. Cozinhe o salmão no microondas, a 900W, num prato coberto com película aderente, durante cerca de 45 segundos. Esmague o peixe com um garfo.
3. Deite o puré de batata e cenoura numa forma pequena e cubra com o salmão. Sirva morno.
Sugestões/DicasPode juntar um raminho de cebolinho picado ao salmão.
A partir dos 15 meses
A partir dos 15 meses
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Empadão de atum, vegetais e puré de batata (+ 12 Meses)
Modo de preparação : 10 Min.
Cozinhar : 15 Min.
Tempo total : 25 Min.
Cozinhar : 15 Min.
Tempo total : 25 Min.
Compras
80g de brócolos
30g de atum de lata
1/2 tomate - cerca de 40g
1 batata, descascada e cozida
1 colher de chá de azeite
80g de brócolos
30g de atum de lata
1/2 tomate - cerca de 40g
1 batata, descascada e cozida
1 colher de chá de azeite
Detalhes da receita1. Lave e separe os raminhos de brócolos.
2. Pele o tomate e parta-o em cubinhos.
3. Coza os brócolos num tacho com água a ferver durante cerca de 15 minutos e escorra.
4. Aqueça azeite numa caçarola e junte os brócolos e o tomate em pedaços.
Deixe cozinhar 5 minutos em lume médio.
5. Triture grosseiramente o atum e os vegetais - tomate e brócolos. Esmague bem a batata com um garfo.
2. Pele o tomate e parta-o em cubinhos.
3. Coza os brócolos num tacho com água a ferver durante cerca de 15 minutos e escorra.
4. Aqueça azeite numa caçarola e junte os brócolos e o tomate em pedaços.
Deixe cozinhar 5 minutos em lume médio.
5. Triture grosseiramente o atum e os vegetais - tomate e brócolos. Esmague bem a batata com um garfo.
Sugestões/DicasExperimente a seguinte forma de apresentar a receita:
coloque numa pequena forma uma camada de puré de batata,
depois uma camada de atum, e desenforme sobre um prato.
coloque numa pequena forma uma camada de puré de batata,
depois uma camada de atum, e desenforme sobre um prato.
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PURÉ de BROCOLOS
RECEITAS para Todas as Idades
Seleccione a idade do seu bebé através da nossa ferramenta de pesquisa
e descubra que ingredientes fazem parte da receita!
Modo de preparação : 20 Min.
Cozinhar : 10 Min.
Tempo total : 30 Min.
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Modo de preparação : 20 Min.
Cozinhar : 10 Min.
Tempo total : 30 Min.
Material :
Tacho
Liquidificador ou Varinha Mágica
Tacho
Liquidificador ou Varinha Mágica
Compras
1 batata pequena - cerca de 50g
100g de brócolos
1 medida da fórmula infantil do seu bebé *
30 ml de água mineral ou de nascente adequada para bebés
* Leite de transição
1 batata pequena - cerca de 50g
100g de brócolos
1 medida da fórmula infantil do seu bebé *
30 ml de água mineral ou de nascente adequada para bebés
* Leite de transição
Detalhes da receita
1. Lave e descasque a batata e corte-a em cubinhos.
2. Separe os brócolos em raminhos e lave-os.
3. Num tacho com água a ferver, coza a batata e os brócolos durante cerca de 20 minutos e escorra.
4. Reduza o s vegetais a puré e misture com o leite em pó preparado. Sirva morno.
5. Não adicione sal.
2. Separe os brócolos em raminhos e lave-os.
3. Num tacho com água a ferver, coza a batata e os brócolos durante cerca de 20 minutos e escorra.
4. Reduza o s vegetais a puré e misture com o leite em pó preparado. Sirva morno.
5. Não adicione sal.
Sugestões/Dicas:
Pode substituir os brócolos por feijão verde extra fino.
Pode substituir os brócolos por feijão verde extra fino.
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Sou uma REGUILA / TRAQUINAS
Sou uma REGUILA / TRAQUINAS
Estou muito feliz
e sou muito acarinhada
no PARKIDS - Oeiras
http://www.parkids.pt/
Estou muito feliz
e sou muito acarinhada
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sábado, 29 de janeiro de 2011
SOS Números
Números SOS
Alguns contactos úteis.Tome nota!
Número Europeu de Emergência 112
Linha SOS Grávida 213 862 020
Linha SOS Criança 21 793 16 17 (dias úteis)
Intoxicações 213 508 100
Linha de Informação a Vítimas de Violência Doméstica 800 202 148
Linha de Emergência da Criança Maltratada 21 343 33 33
Linha Verde Recados da Criança - Recepção e Encaminhamento pelo Provedor de Justiça 800 20 66 56
SOL - Associação de Apoio a Crianças Infectadas pelo Vírus da SIDA e suas Famílias 213625771/2
APF - Associação para o Planeamento da Família 21 385 39 93
Saúde 24 (Serviço Orientação Pediatria) 808 242 400
Saúde 24 808 24 24 24
Linha Europeia de Alerta de Crianças Desaparecidas 116 000
Linha Europeia para Pedido de Auxílio por Crianças 116 000
Linha para dúvidas sobre gravidez não desejada 707200249
Registo Nacional de Doadores de Medula Óssea 217504100
FAMILIA - Guia de Pais e Cuidadores
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terça-feira, 2 de novembro de 2010
DECORAR Quarto da Isabel
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sexta-feira, 23 de julho de 2010
À procura da creche perfeita
Antes de se decidir por uma creche ou um jardim-de-infância, é necessário analisar cuidadosamente as opções existentes, com vista assegurar uma escolha acertada.
Os primeiros anos de vida são decisivos no desenvolvimento global das crianças. São a primeira etapa da educação básica da criança, complementar à acção educativa da família, e, por isso mesmo, os pais devem dedicar-lhe especial atenção.
A entrada num jardim-de-infância apresenta diversas vantagens, nomeadamente ao nível da socialização. Quando transita para a escola, a criança que frequentou o infantário já está habituada à convivência com outros meninos e adultos, já aprendeu a saber estar em grupo, a cumprir regras, e também já desenvolveu a sua autonomia. A passagem da casa para a escola do 1.º ciclo é, nestes casos, mediada pela estadia num espaço que favorece a socialização e ameniza a transição.
A socialização proporcionada pelo jardim-de-infância contribui também para o desenvolvimento da linguagem e do vocabulário, importantes na aprendizagem da leitura e da escrita e na aquisição de outros conhecimentos. Jogos e brincadeiras, livres ou orientados, promovem o desenvolvimento da criatividade. Actividades como jogos de linguagem desenvolvem a consciência dos sons da língua - factor muito importante na aprendizagem da leitura e da escrita - enquanto que, actividades como a modelagem, o desenho, a pintura e os recortes desenvolvem a motricidade fina.
Com orientações pedagógicas que variam de estabelecimento para estabelecimento, as actividades podem ser feitas num contexto mais informal, e com carácter lúdico, ou de uma forma mais formal, havendo alguns espaços onde as crianças começam já a aprender a ler e a escrever. Compete aos pais, no momento da escolha, informarem-se sobre as creches e os jardins-de-infância, de modo a tomarem a opção que lhes pareça ser mais acertada.
A escolha pode ser difícil. A dificuldade reside em dosear factores como a localização, o custo, a segurança, o serviço prestado, a empatia em relação ao conjunto de pessoas que trabalham na escola ou mesmo o horário do estabelecimento. A questão dos horários das creches e jardins-de-infância é, aliás, um problema que afecta muitas famílias. A maioria das creches praticam horários até as 18 horas, sendo que algumas funcionam até às 19 horas, cobrando uma taxa suplementar. O ministro do Trabalho e da Solidariedade já considerou que «as creches têm de ter horários mais alargados do que os actuais», estando o Governo na disposição de pressionar as instituições nesse sentido, valendo-se do facto de «cerca de 90% da rede de creches» serem apoiadas pelo Estado.
Antes de os pais tomarem uma decisão sobre o local ideal para deixar os seus filhos enquanto estão a trabalhar, a Associação de Defesa do Consumidor (DECO) aconselha-os a conversar com outros pais de modo a conhecer as suas experiências. Falar com o pediatra, procurar informação especializada e visitar alguns estabelecimentos são outros caminhos a seguir. A visita deverá ser feita na companhia da criança e os pais devem aproveitar para conversar com a direcção e com a educadora que eventualmente ficará com a criança.
Para ajudar os pais nessa visita e na selecção da creche ou jardim-de-infância ideal para os filhos, a DECO criou um formulário, disponível em www.deco.proteste.pt, com cerca de 40 perguntas que abrangem questões como a segurança contra incêndios, evacuação, riscos de ferimentos ou serviços da instituição.
A DECO sugere ainda algumas recomendações a ter em conta na visita a estes espaços. A creche deverá ter uma copa de leite e salas diferentes, equipadas de acordo com a idade das crianças. O berçário - que inclui a sala de berços e a sala-parque - só poderá ter no máximo oito bebés e deverão existir pelo menos duas salas de actividades. Todos os espaços devem estar em boas condições de higiene e segurança, bem iluminados e arejados. As instalações sanitárias também são importante e, devido à transição do bacio para a sanita, alguns chuveiros de água quente e fria "são essenciais".
Já no jardim-de-infância, cada sala só pode ter entre 20 a 25 crianças, divididas por grupos etários, sendo que "caso haja um grupo homogéneo de 3 anos só pode ter 15 crianças". O equipamento recreativo e pedagógico deverá ser bastante variado, com boas condições de higiene e segurança. As casas de banho devem estar equipadas com lavatórios e sanitas em número suficiente, papel higiénico, sabonete e toalhas ao alcance dos mais novos.
À falta de um espaço exterior coberto, uma sala polivalente poderá substitui-lo, para as actividades desportivas ou jogos e converter-se, inclusivamente, numa sala para os mais pequenos dormirem a sesta. Por isso mesmo, "não é necessário que esteja apetrechada com muitos equipamentos". Imprescindível é mesmo a sala de refeições, bem como uma cozinha bem equipada, onde a higiene é fundamental.
O espaço exterior da creche e do jardim-de-infância também deve ser diferente. Em ambos os casos, o equipamento "deve estar bem concebido e conservado", montado sobre areia ou gravilha fina em vez de cimento, ladrilho ou piso empedrado. A zona circundante deverá ser de terra batida ou relva.
Encontrada a creche ou o jardim-de-infância adequado, resta esperar que ainda haja vagas.
"A não ser que se opte pelo privado, e se possa pagar por isso, o que não acontece com muitas pais sem rendimento, as vagas existentes na rede pública da educação pré-escolar prevista há 10 anos na lei são insuficientes", argumenta a DECO.
IN : http://www.educare.pt/
Autor : Joana Silva Santos
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Os primeiros anos de vida são decisivos no desenvolvimento global das crianças. São a primeira etapa da educação básica da criança, complementar à acção educativa da família, e, por isso mesmo, os pais devem dedicar-lhe especial atenção.
A entrada num jardim-de-infância apresenta diversas vantagens, nomeadamente ao nível da socialização. Quando transita para a escola, a criança que frequentou o infantário já está habituada à convivência com outros meninos e adultos, já aprendeu a saber estar em grupo, a cumprir regras, e também já desenvolveu a sua autonomia. A passagem da casa para a escola do 1.º ciclo é, nestes casos, mediada pela estadia num espaço que favorece a socialização e ameniza a transição.
A socialização proporcionada pelo jardim-de-infância contribui também para o desenvolvimento da linguagem e do vocabulário, importantes na aprendizagem da leitura e da escrita e na aquisição de outros conhecimentos. Jogos e brincadeiras, livres ou orientados, promovem o desenvolvimento da criatividade. Actividades como jogos de linguagem desenvolvem a consciência dos sons da língua - factor muito importante na aprendizagem da leitura e da escrita - enquanto que, actividades como a modelagem, o desenho, a pintura e os recortes desenvolvem a motricidade fina.
Com orientações pedagógicas que variam de estabelecimento para estabelecimento, as actividades podem ser feitas num contexto mais informal, e com carácter lúdico, ou de uma forma mais formal, havendo alguns espaços onde as crianças começam já a aprender a ler e a escrever. Compete aos pais, no momento da escolha, informarem-se sobre as creches e os jardins-de-infância, de modo a tomarem a opção que lhes pareça ser mais acertada.
A escolha pode ser difícil. A dificuldade reside em dosear factores como a localização, o custo, a segurança, o serviço prestado, a empatia em relação ao conjunto de pessoas que trabalham na escola ou mesmo o horário do estabelecimento. A questão dos horários das creches e jardins-de-infância é, aliás, um problema que afecta muitas famílias. A maioria das creches praticam horários até as 18 horas, sendo que algumas funcionam até às 19 horas, cobrando uma taxa suplementar. O ministro do Trabalho e da Solidariedade já considerou que «as creches têm de ter horários mais alargados do que os actuais», estando o Governo na disposição de pressionar as instituições nesse sentido, valendo-se do facto de «cerca de 90% da rede de creches» serem apoiadas pelo Estado.
Antes de os pais tomarem uma decisão sobre o local ideal para deixar os seus filhos enquanto estão a trabalhar, a Associação de Defesa do Consumidor (DECO) aconselha-os a conversar com outros pais de modo a conhecer as suas experiências. Falar com o pediatra, procurar informação especializada e visitar alguns estabelecimentos são outros caminhos a seguir. A visita deverá ser feita na companhia da criança e os pais devem aproveitar para conversar com a direcção e com a educadora que eventualmente ficará com a criança.
Para ajudar os pais nessa visita e na selecção da creche ou jardim-de-infância ideal para os filhos, a DECO criou um formulário, disponível em www.deco.proteste.pt, com cerca de 40 perguntas que abrangem questões como a segurança contra incêndios, evacuação, riscos de ferimentos ou serviços da instituição.
A DECO sugere ainda algumas recomendações a ter em conta na visita a estes espaços. A creche deverá ter uma copa de leite e salas diferentes, equipadas de acordo com a idade das crianças. O berçário - que inclui a sala de berços e a sala-parque - só poderá ter no máximo oito bebés e deverão existir pelo menos duas salas de actividades. Todos os espaços devem estar em boas condições de higiene e segurança, bem iluminados e arejados. As instalações sanitárias também são importante e, devido à transição do bacio para a sanita, alguns chuveiros de água quente e fria "são essenciais".
Já no jardim-de-infância, cada sala só pode ter entre 20 a 25 crianças, divididas por grupos etários, sendo que "caso haja um grupo homogéneo de 3 anos só pode ter 15 crianças". O equipamento recreativo e pedagógico deverá ser bastante variado, com boas condições de higiene e segurança. As casas de banho devem estar equipadas com lavatórios e sanitas em número suficiente, papel higiénico, sabonete e toalhas ao alcance dos mais novos.
À falta de um espaço exterior coberto, uma sala polivalente poderá substitui-lo, para as actividades desportivas ou jogos e converter-se, inclusivamente, numa sala para os mais pequenos dormirem a sesta. Por isso mesmo, "não é necessário que esteja apetrechada com muitos equipamentos". Imprescindível é mesmo a sala de refeições, bem como uma cozinha bem equipada, onde a higiene é fundamental.
O espaço exterior da creche e do jardim-de-infância também deve ser diferente. Em ambos os casos, o equipamento "deve estar bem concebido e conservado", montado sobre areia ou gravilha fina em vez de cimento, ladrilho ou piso empedrado. A zona circundante deverá ser de terra batida ou relva.
Encontrada a creche ou o jardim-de-infância adequado, resta esperar que ainda haja vagas.
"A não ser que se opte pelo privado, e se possa pagar por isso, o que não acontece com muitas pais sem rendimento, as vagas existentes na rede pública da educação pré-escolar prevista há 10 anos na lei são insuficientes", argumenta a DECO.
IN : http://www.educare.pt/
Autor : Joana Silva Santos
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CRECHES »»» Visita Guiada
DEVERIAM SER como no Filme do artigo da DECO, vejam abaixo
mas as IPSS não são obrigadas a seguir os parametros inscritos nos VIDEOS do artigo da DECO Proteste.
Assim tornam-se simples depósitos de crianças.
Só os Colégios Particulares são obrigados a seguir a LEI.
No entanto, ao pagarmos os nossos IMPOSTOS, todos nós estamos a pagar tudo o que uma IPSS oferece ou deveria de oferecer,
para o supremo bem das nossas crianças.
ATENÇÃO PAIS !...
http://www.deco.proteste.pt/educacao/visita-guiada-a-creche-s487641.htm
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mas as IPSS não são obrigadas a seguir os parametros inscritos nos VIDEOS do artigo da DECO Proteste.
Assim tornam-se simples depósitos de crianças.
Só os Colégios Particulares são obrigados a seguir a LEI.
No entanto, ao pagarmos os nossos IMPOSTOS, todos nós estamos a pagar tudo o que uma IPSS oferece ou deveria de oferecer,
para o supremo bem das nossas crianças.
ATENÇÃO PAIS !...
http://www.deco.proteste.pt/educacao/visita-guiada-a-creche-s487641.htm
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quarta-feira, 21 de julho de 2010
Os 25 mitos da pediatria
Conhecimentos inéditos sobre o desenvolvimento biológico
estão a revolucionar os cuidados aos mais pequenos.
A vida moderna
está a obrigar as crianças
a uma socialização precoce
e artificial
Música na gravidez. Não é preciso nascer para ouvir. Hoje admite-se que o feto tem capacidades auditivas a partir das 12 semanas e guarda memória dos sons após o nascimento. Recomenda-se a audição de sons graves porque têm um efeito calmante e a música clássica está entre os estilos adequados. Os ritmos binários têm a vantagem acrescida de se assemelharem ao batimento do coração da mãe. Uma curiosidade: a cadência com que as mães embalam é igual ao seu ritmo cardíaco e é por isso que o bebé adormece mais facilmente.
Aleitamento. Evitar alimentos como laranjas, cebolas, leguminosas ou chocolates não diminui as cólicas no bebé. A alimentação da mulher deve ser variada desde a gestação porque está provado que o feto inicia o desenvolvimento das células sensíveis ao sabor às 14 semanas. Todos são unânimes sobre os benefícios da amamentação exclusiva até aos seis meses de vida do bebé e provou-se que estão erradas as teorias sobre a fraca qualidade do leite muito líquido ou que não escorre quando é deitado num copo. O aleitamento é prioritário e deve começar ainda na sala de partos.
Esterilização. Ferver ou esterilizar biberões e tetinas não é necessário se os pais lavarem frequentemente, e bem, as mãos. As doenças infecciosas são menos frequentes e em condições normais de habitabilidade e de higiene basta uma lavagem que elimine os resíduos.
Alimentos. É um erro excluir alimentos como peixe, gema de ovo, carne de porco e frutas nos primeiros tempos de vida. A selecção visava prevenir alergias, mas as organizações internacionais defendem que atrasar a diversificação alimentar, mesmo em alérgicos, não traz benefícios. Outro erro antigo: não se deve obrigar a comer nem negociar alimentos por alimentos - por exemplo, dar uma bolacha para compensar ter comido sopa - e os legumes e frutas devem estar sempre na mesa porque a sua presença influenciará a alimentação na vida adulta. No passado, os alimentos eram introduzidos com o aparecimento dos dentes e agora são recomendados aos quatro meses, quando não há amamentação.
Suplementos alimentares. Vitaminas para quê? A sociedade moderna caracteriza-se pela abundância e uma dieta equilibrada é suficiente. A excepção, sobretudo no primeiro ano de vida, é a vitamina D, que gerações reforçaram com 'colheradas' de óleo de fígado de bacalhau. A tradição tem sido recuperada sob outras formas: os ácidos gordos são decisivos na formação das membranas cerebrais e estão a ser redescobertos em óleos de peixes de profundidade.
Peso. Gordura não é formosura. Cada bebé tem o seu ritmo e as variações nem sempre são sinal de doença. Os pediatras afirmam que os pais modernos se preocupam em excesso com o crescimento e recomendam que pesagem e medição só sejam feitas nas consultas de rotina.
Sono. Não tem fundamento o medo de que os bebés deitados de costas podem sufocar no caso de bolçarem. Em situações normais, o corpo humano está preparado para evitar estas situações. O medo levou muitos pais a deitarem os recém-nascidos de barriga para baixo, mas hoje é reprovável e perigoso. É mandatório deitar os bebés de barriga para cima, pelo menos, até aos seis meses. Depois, é o próprio bebé que escolhe a posição mais confortável. O sono solitário foi estimulado por se acreditar que promovia a autonomia, mas não está provado.
Morte súbita. 'Abafar' os bebés não é o perigo principal. A morte de crianças saudáveis por razões inexplicáveis continua a registar-se e estudos recentes têm evidenciado que é mais comum quando os pais são fumadores, em famílias monoparentais e quando o bebé é deitado de barriga para baixo.
Choro. As lágrimas são mais do que fome ou fralda molhada. Descobriu-se que os bebés são muito sensíveis a estímulos e também precisam de aliviar a tensão. Ou seja, às vezes basta deixar chorar um bocadinho para perceber a mensagem.
Banho. Esperar pela digestão para dar banho é um mito. A água utilizada está morna e não existe choque térmico, responsável pela congestão. Além disso, o leite é de fácil digestão. O banho deve ser um prazer e a regra é 'água quanto baste e pouco produto de limpeza', sobretudo com glicerina, porque seca e irrita a pele em demasia.
Pele. Pó de talco fora da lista. A limpeza exagerada é inimiga da pele e um banho seguido de uma loção hidratante é suficiente. Na zona da fralda é necessária parcimónia no uso de toalhetes, pois limpam a sujidade, mas também podem arrastar a camada superficial da pele. Quando a fralda só está molhada e não existe irritação não é necessário usar creme ou pastas sob risco de provocar uma sensibilização excessiva. E o pó de talco está fora de moda porque as partículas podem ser inaladas pelo bebé.
Fralda. O uso precoce do bacio está fora de questão. Os pediatras estão a recuperar a tradição de retirar a fralda só aos dois anos porque o controlo precoce do esfíncter pode, afinal, trazer problemas.
Botas ortopédicas. Não vale a pena olhar para os pés antes dos dois anos. A ortopedia moderna respeita as regras de crescimento do pé e da marcha das crianças e qualquer calçado que faça alguma contenção interfere com a evolução normal. É ponto assente que é o exercício e não o calçado ortopédico ou formativo que cumpre a missão fisiológica. Sempre que possível, as crianças devem andar descalças e usar sapatos que protejam apenas o tornozelo e o calcanhar.
Creche. A socialização, afinal, só começa aos três anos. Na sociedade actual mães e avós trabalham e os bebés vão para a creche cada vez mais cedo. Contudo, a maioria dos pediatras regressou ao passado para recomendar os cuidados dos avós até aos três anos. Argumentam que os ganhos de afecto compensam.
Febre. A temperatura não é doença. A maioria das crianças faz quatro dias de febre e não é preciso baixar a temperatura de imediato como querem os pais dos nossos dias. Os médicos alertam que a febre é muitas vezes é um mecanismo de defesa do organismo e que um sinal de serenidade é a criança continuar a brincar.
Tosse. Adeus ao xarope. Tossir é uma forma do corpo para eliminar secreções e melhorar a respiração. Trata-se de um sintoma e não de uma doença e nos primeiros anos de vida não são recomendados inibidores.
Aerossóis. São os grandes terapeutas do século XXI. Ajudam a respirar melhor, contudo, os médicos têm dúvidas sobre o que os próximos avanços podem revelar sobre a sua utilização.
Ginástica respiratória. Comum na década de 90 revelou-se desnecessária. Era usada para bronquiolites e hoje sabe-se que aumentam o cansaço e as dificuldades de respiração.
Remédios caseiros. Vivem-se tempos de medicação excessiva. As precauções sobre o uso de remédios estão na ordem do dia e a regra é recuperar remédios caseiros como o xarope de cenoura e os preparados com mel.
Vacinas. O calendário mudou. As crianças dos nossos dias são mais vacinadas - e dizem os pediatras, estão mais protegidas - e já não é preciso recomeçar do zero quando há atrasos muito grandes.
Flúor. As gotas outrora comuns foram trocadas pelos dentífricos. Actualmente, é promovida a lavagem cada vez mais precoce dos dentes, aliás, logo que a dentição aparece na vida do bebé.
Brinquedos. Quantos mais, pior. As crianças precisam de estimular a imaginação e para isso não podem ter muitos brinquedos para poderem explorá-los ao máximo, dando-lhe várias utilizações. Os pais devem guardar os presentes, optando pela distribuição ao longo do ano.
Animais. Os eternos amigos estão de volta. Após várias teorias sobre o risco acrescido de alergias, cães, gatos, pássaros e outros animais são desejáveis para o desenvolvimento da criança.
Desporto. O cloro não faz alergia. A prática desportiva é defendida para o desenvolvimento psicomotor e a natação volta a liderar as preferências. A qualidade da água das piscinas melhorou e os bebés podem nadar a partir do sexto mês de vida. Só é preciso limpar o cloro com um banho abundante e dar bastante água para minimizar a sua presença no estômago.
Regras. O ónus dos pais sobre a personalidade dos filhos está mitigado. Passou a ser admitido que há crianças difíceis que complicam a vida das famílias e que as regras são, por isso, indispensáveis. A negociação deve existir, mas sem rendição, em especial, dos pais.
FUNDAMENTOS
Teses de médicos portugueses
As orientações da pediatria moderna são conhecidas em Portugal e estão adoptadas por muitos especialistas. O Expresso ouviu alguns pediatras com trabalhos publicados nesta área e com funções em hospitais públicos de referência. Entre eles, o chefe do Serviço de Pediatria do Hospital de Cascais, Luís Pinheiro; o presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos, Anselmo da Costa; o neonatologista do Hospital de Santa Maria, António Simões de Azevedo; o presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, Luís Januário, e o director da Pediatria Médica do Hospital de Dona Estefânia, Gonçalo Cordeiro Ferreira.
Autora: Vera Lucia Arreigoso
Texto publicado na edição do Expresso de 06 de Dezembro
LINK : MITOS da PEDIATRIA
estão a revolucionar os cuidados aos mais pequenos.
A vida moderna
está a obrigar as crianças
a uma socialização precoce
e artificial
Música na gravidez. Não é preciso nascer para ouvir. Hoje admite-se que o feto tem capacidades auditivas a partir das 12 semanas e guarda memória dos sons após o nascimento. Recomenda-se a audição de sons graves porque têm um efeito calmante e a música clássica está entre os estilos adequados. Os ritmos binários têm a vantagem acrescida de se assemelharem ao batimento do coração da mãe. Uma curiosidade: a cadência com que as mães embalam é igual ao seu ritmo cardíaco e é por isso que o bebé adormece mais facilmente.
Aleitamento. Evitar alimentos como laranjas, cebolas, leguminosas ou chocolates não diminui as cólicas no bebé. A alimentação da mulher deve ser variada desde a gestação porque está provado que o feto inicia o desenvolvimento das células sensíveis ao sabor às 14 semanas. Todos são unânimes sobre os benefícios da amamentação exclusiva até aos seis meses de vida do bebé e provou-se que estão erradas as teorias sobre a fraca qualidade do leite muito líquido ou que não escorre quando é deitado num copo. O aleitamento é prioritário e deve começar ainda na sala de partos.
Esterilização. Ferver ou esterilizar biberões e tetinas não é necessário se os pais lavarem frequentemente, e bem, as mãos. As doenças infecciosas são menos frequentes e em condições normais de habitabilidade e de higiene basta uma lavagem que elimine os resíduos.
Alimentos. É um erro excluir alimentos como peixe, gema de ovo, carne de porco e frutas nos primeiros tempos de vida. A selecção visava prevenir alergias, mas as organizações internacionais defendem que atrasar a diversificação alimentar, mesmo em alérgicos, não traz benefícios. Outro erro antigo: não se deve obrigar a comer nem negociar alimentos por alimentos - por exemplo, dar uma bolacha para compensar ter comido sopa - e os legumes e frutas devem estar sempre na mesa porque a sua presença influenciará a alimentação na vida adulta. No passado, os alimentos eram introduzidos com o aparecimento dos dentes e agora são recomendados aos quatro meses, quando não há amamentação.
Suplementos alimentares. Vitaminas para quê? A sociedade moderna caracteriza-se pela abundância e uma dieta equilibrada é suficiente. A excepção, sobretudo no primeiro ano de vida, é a vitamina D, que gerações reforçaram com 'colheradas' de óleo de fígado de bacalhau. A tradição tem sido recuperada sob outras formas: os ácidos gordos são decisivos na formação das membranas cerebrais e estão a ser redescobertos em óleos de peixes de profundidade.
Peso. Gordura não é formosura. Cada bebé tem o seu ritmo e as variações nem sempre são sinal de doença. Os pediatras afirmam que os pais modernos se preocupam em excesso com o crescimento e recomendam que pesagem e medição só sejam feitas nas consultas de rotina.
Sono. Não tem fundamento o medo de que os bebés deitados de costas podem sufocar no caso de bolçarem. Em situações normais, o corpo humano está preparado para evitar estas situações. O medo levou muitos pais a deitarem os recém-nascidos de barriga para baixo, mas hoje é reprovável e perigoso. É mandatório deitar os bebés de barriga para cima, pelo menos, até aos seis meses. Depois, é o próprio bebé que escolhe a posição mais confortável. O sono solitário foi estimulado por se acreditar que promovia a autonomia, mas não está provado.
Morte súbita. 'Abafar' os bebés não é o perigo principal. A morte de crianças saudáveis por razões inexplicáveis continua a registar-se e estudos recentes têm evidenciado que é mais comum quando os pais são fumadores, em famílias monoparentais e quando o bebé é deitado de barriga para baixo.
Choro. As lágrimas são mais do que fome ou fralda molhada. Descobriu-se que os bebés são muito sensíveis a estímulos e também precisam de aliviar a tensão. Ou seja, às vezes basta deixar chorar um bocadinho para perceber a mensagem.
Banho. Esperar pela digestão para dar banho é um mito. A água utilizada está morna e não existe choque térmico, responsável pela congestão. Além disso, o leite é de fácil digestão. O banho deve ser um prazer e a regra é 'água quanto baste e pouco produto de limpeza', sobretudo com glicerina, porque seca e irrita a pele em demasia.
Pele. Pó de talco fora da lista. A limpeza exagerada é inimiga da pele e um banho seguido de uma loção hidratante é suficiente. Na zona da fralda é necessária parcimónia no uso de toalhetes, pois limpam a sujidade, mas também podem arrastar a camada superficial da pele. Quando a fralda só está molhada e não existe irritação não é necessário usar creme ou pastas sob risco de provocar uma sensibilização excessiva. E o pó de talco está fora de moda porque as partículas podem ser inaladas pelo bebé.
Fralda. O uso precoce do bacio está fora de questão. Os pediatras estão a recuperar a tradição de retirar a fralda só aos dois anos porque o controlo precoce do esfíncter pode, afinal, trazer problemas.
Botas ortopédicas. Não vale a pena olhar para os pés antes dos dois anos. A ortopedia moderna respeita as regras de crescimento do pé e da marcha das crianças e qualquer calçado que faça alguma contenção interfere com a evolução normal. É ponto assente que é o exercício e não o calçado ortopédico ou formativo que cumpre a missão fisiológica. Sempre que possível, as crianças devem andar descalças e usar sapatos que protejam apenas o tornozelo e o calcanhar.
Creche. A socialização, afinal, só começa aos três anos. Na sociedade actual mães e avós trabalham e os bebés vão para a creche cada vez mais cedo. Contudo, a maioria dos pediatras regressou ao passado para recomendar os cuidados dos avós até aos três anos. Argumentam que os ganhos de afecto compensam.
Febre. A temperatura não é doença. A maioria das crianças faz quatro dias de febre e não é preciso baixar a temperatura de imediato como querem os pais dos nossos dias. Os médicos alertam que a febre é muitas vezes é um mecanismo de defesa do organismo e que um sinal de serenidade é a criança continuar a brincar.
Tosse. Adeus ao xarope. Tossir é uma forma do corpo para eliminar secreções e melhorar a respiração. Trata-se de um sintoma e não de uma doença e nos primeiros anos de vida não são recomendados inibidores.
Aerossóis. São os grandes terapeutas do século XXI. Ajudam a respirar melhor, contudo, os médicos têm dúvidas sobre o que os próximos avanços podem revelar sobre a sua utilização.
Ginástica respiratória. Comum na década de 90 revelou-se desnecessária. Era usada para bronquiolites e hoje sabe-se que aumentam o cansaço e as dificuldades de respiração.
Remédios caseiros. Vivem-se tempos de medicação excessiva. As precauções sobre o uso de remédios estão na ordem do dia e a regra é recuperar remédios caseiros como o xarope de cenoura e os preparados com mel.
Vacinas. O calendário mudou. As crianças dos nossos dias são mais vacinadas - e dizem os pediatras, estão mais protegidas - e já não é preciso recomeçar do zero quando há atrasos muito grandes.
Flúor. As gotas outrora comuns foram trocadas pelos dentífricos. Actualmente, é promovida a lavagem cada vez mais precoce dos dentes, aliás, logo que a dentição aparece na vida do bebé.
Brinquedos. Quantos mais, pior. As crianças precisam de estimular a imaginação e para isso não podem ter muitos brinquedos para poderem explorá-los ao máximo, dando-lhe várias utilizações. Os pais devem guardar os presentes, optando pela distribuição ao longo do ano.
Animais. Os eternos amigos estão de volta. Após várias teorias sobre o risco acrescido de alergias, cães, gatos, pássaros e outros animais são desejáveis para o desenvolvimento da criança.
Desporto. O cloro não faz alergia. A prática desportiva é defendida para o desenvolvimento psicomotor e a natação volta a liderar as preferências. A qualidade da água das piscinas melhorou e os bebés podem nadar a partir do sexto mês de vida. Só é preciso limpar o cloro com um banho abundante e dar bastante água para minimizar a sua presença no estômago.
Regras. O ónus dos pais sobre a personalidade dos filhos está mitigado. Passou a ser admitido que há crianças difíceis que complicam a vida das famílias e que as regras são, por isso, indispensáveis. A negociação deve existir, mas sem rendição, em especial, dos pais.
FUNDAMENTOS
Teses de médicos portugueses
As orientações da pediatria moderna são conhecidas em Portugal e estão adoptadas por muitos especialistas. O Expresso ouviu alguns pediatras com trabalhos publicados nesta área e com funções em hospitais públicos de referência. Entre eles, o chefe do Serviço de Pediatria do Hospital de Cascais, Luís Pinheiro; o presidente do Colégio de Pediatria da Ordem dos Médicos, Anselmo da Costa; o neonatologista do Hospital de Santa Maria, António Simões de Azevedo; o presidente da Sociedade Portuguesa de Pediatria, Luís Januário, e o director da Pediatria Médica do Hospital de Dona Estefânia, Gonçalo Cordeiro Ferreira.
Autora: Vera Lucia Arreigoso
Texto publicado na edição do Expresso de 06 de Dezembro
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quinta-feira, 13 de maio de 2010
Polegarzinha * AQUI HÁ HISTÓRIAS *
Histórias faladas e escritas
POLEGARZINHA - (História em Português)
http://www.junior.te.pt/servlets/Jardim?P=Historias&ID=104
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POLEGARZINHA - (História em Português)
http://www.junior.te.pt/servlets/Jardim?P=Historias&ID=104
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domingo, 15 de fevereiro de 2009
GRATIDAO
Sê grato por tudo aquilo que tens
e lembra-te:
só aquele que
sabe agradecer
os favores
que recebe
merece
ser ajudado.
IN: http://historiasparaosmaispequeninos.wordpress.com/2007/09/14/gratidao/
e lembra-te:
só aquele que
sabe agradecer
os favores
que recebe
merece
ser ajudado.
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quinta-feira, 20 de novembro de 2008
Quadro, Fralda, Babete e Colcha
PINTURAS de "FABELA ARTE "
Impecáveis e lindas, tudo enviado pelo correio à cobrança,
com rapidez e extrema perfeição a execução destes trabalhos.
Parabéns à Artista.
TELA 30x30
com ORAÇÃO ao ANJO da GUARDA
Fralda (excelente tecido)
com Fadinha,
desenho enviado por nós, tons escolhidos por FABELA
BABETE
Desenho e Côres por FABELA
(amorosa oferta de Carla Fabela * obrigada)
COLCHA para Alcofa de Passeio
Desenho e Côres por FABELA
COLCHA para Alcofa de Passeio
Desenho em pormenor
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terça-feira, 18 de novembro de 2008
Quase a chegar!...
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sábado, 27 de setembro de 2008
Beijos nossa amada pequenina
Imágenes para hi5
Hoje começamos a Ginástica de preparação para o parto
no Hospital da CUF Descobertas.
Foi muito bom e o pai muito participativo.
Gostámos muito da equipe e agora vamos todos os sábados os 3
(nós e a nossa bebé), aprender e fazer muitas actividades para
ficarmos todos muito auto-confiantes.
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NO VENTRE 06
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